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dp 90 Décio Pignatari (1927-2012) foi poeta, escritor, ensaísta, publicitário e tradutor. Um dos principais articuladores da poesia concreta nos anos 1950-60, foi membro-fundador da Associação Internacional de Semiótica (Paris). Sua poesia está reunida no volume Poesia Pois É Poesia (Ateliê Editorial/Ed. Unicamp, 2004. Publicou ainda, entre outros: O rosto da memória (1986), Panteros (1992), Errâncias (2000) e as peças teatrais: Céu de Lona (2004) e Viagem magnética (2014, póstuma). É autor de inúmeros estudos teóricos sobre literatura, comunicação, semiótica, televisão, design e arquitetura. https://pt.wikipedia.org/wiki/Décio_Pignatari Augusto de Campos é um dos mais importantes nomes da literatura brasileira. Poeta, ensaísta e tradutor, foi um dos principais criadores da Poesia Concreta, nas décadas de 50 e 60. A maior parte de sua obra poética está reunida em Viva Vaia, 1979, Despoesia (1994) e Não – com um CD-Rom de seus Clip-poemas – (2003) e Outro (2015). http://www.uol.com.br/augustodecampos Tom Zé (1936, Irará) é compositor, cantor, performer, arranjador e escritor. Foi um dos principais articuladores do movimento tropicalista no final dos anos 1960. Seus discos mais recentes são: Canções Eróticas de Ninar (2016), Vira Lata na Via Láctea, Tropicália Lixo Lógico, O Pirulito da Ciência, Estudando a Bossa e Danç-Êh-Sá. Em 2003, publicou o livro Tropicalista Lenta Luta, reunindo relato autobiográfico, reflexões sobre a música, seleta de textos publicados e canções. Ivan Cardoso (1952, Rio de Janeiro), é cineasta, fotógrafo, artista plástico, produtor e jornalista. É conhecido especialmente pelos seus longa-metragens O Segredo da Múmia, As Sete Vampiras e O Escorpião Escarlate que criaram um novo estilo dentro do cinema brasileiro: o "terrir". Dirigiu importantes documentários sobre Hélio Oiticica, poesia concreta, entre outros. André Vallias é poeta, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Publicou Heine, hein? – Poeta dos contrários (Perspectiva, 2011), TOTEM (Cultura e Barbárie, 2014) e ORATORIO – Encantação pelo Rio (Azougue, 2015). Age de Carvalho é poeta e designer gráfico. Reside em Viena. Publicou, entre outros, Caveira 41 (São Paulo: Cosac & Naify, 2003), Trans (São Paulo: Cosac & Naify, 2011) e Ainda: em viagem (Ed.Ufpa, 2015). Carlos Adriano é cineasta, doutor em cinema pela USP e pós-doutor em artes pela PUC-SP. Nos últimos 25 anos realizou 12 filmes, como: Remanescências; A voz e o vazio: a vez de Vassourinha; Santoscópio = Dumontagem; Santos Dumont pré-cineasta? e Sem Título # 1: Dance of Leitfossil. Retrospectivas de sua obra foram apresentadas no Festival do Rio, Festival de Cinema de Locarno (seção Cineastas do Presente) e Festival de Arte Eletrônica Sesc_Videobrasil (eixo curatorial Cinema + Artes + Vídeo). Com Bernardo Vorobow é organizador da antologia Julio Bressane: cinepoética (1995) e autor do livro Peter Kubelka: a essência do cinema (2002). Carlos Ávila é poeta e jornalista. Publicou, até o momento, quatro livros de poemas: Aqui & Agora (BH, Edições Dubolso, 1981), Sinal de Menos (Tipografia do Fundo de Ouro Preto, 1989), Bissexto Sentido (SP, Editora Perspectiva, 1999) e Área de Risco (Lumme Editor, 2012). Autor também do livro de ensaios Poesia Pensada (RJ, 7Letras, 2004). Cid Campos é músico, compositor e produtor musical. Lançou os CDs No lago do olho (Dabliú 2001), Fala da palavra (independente 2004), Crianças crionças (Selo SESC 2009), Nem (Independente 2014) e O inferno de Wall Street – Profetas em movimento (independente 2015). Guilherme Mansur é poeta e tipógrafo. Nasceu em 1958, em Ouro Preto, onde vive e trabalha. Começou a publicar nos anos 1970, participando dos movimentos de arte postal e poesia marginal. Publicou algumas plaquetes de poesia como Barrocobeat (Ed. Tigre do Espelho, 1999) e Bahiabaleia (Ed. do autor, 2009). Faz tempo, tem procurado tirar a poesia do papel através de chuvas das torres das igrejas de Ouro Preto, além de poemas-instalações e poemas-objetos. Jussara Salazar (Pernambuco). Publicou Inscritos da casa de Alice [1999], Baobá - Poemas de Leticia Volpi, [2002], Natália [2004], Coraurissonoros [2008] e Carpideiras [2011]. Mestre em literatura, é doutoranda da Escola de Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Edita a revista eletrônica www.lagioconda.art.br Lenora de Barros: poeta e artista visual, seu trabalho se desenvolve a partir de diversas linguagens, como o vídeo, a performance poética, a fotografia e a instalação. Em 1998, participou da 24ª Bienal Internacional de São Paulo ao lado de Arnaldo Antunes e Walter Silveira, com a instalação A Contribuição Multimilionária de Todos os Erros. Entre as individuais recentes, destacam-se: ISSOÉOSSODISSO, Paço das Artes/Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2016, Umas e Outras, Pivô, São Paulo, 2014. Sua obra faz parte de coleções públicas como Daros Latinoamerica, Zurique, Suíça, Museu dÁrti Conteporani de Barcelona MACBA e MAM São Paulo-SP. Lica Cecato é cantora, poeta e performer. Lançou, entre outros CDs, "Live in Europe", com Romero Lubambo (Sony, 2004). Omar Khouri, nascido em Pirajuí (SP), em 1948, é pintor, poeta intersemiótico, autor de prosa experimental e ficção. Tem preferido publicar coletivamente em revistas: colaborou em Artéria, Qorpo Estranho, Código, Zero à Esquerda, Kataloki, Atlas, etc. De algumas dessas revistas foi também editor e designer gráfico. Tem participado de inúmeras exposições de poesia visual no Brasil e exterior. Professor, lecionou em todos os níveis: da pré-escola à graduação. Em 2004, publicou pela Ateliê Editorial, Revistas na Era pós-Verso. Vive e trabalha em São Paulo. Gabriel Kerhart é pesquisador, performer e poetixador. Raquel Campos é doutoranda em Literatura pela Universidade de Brasília, com pesquisa sobre a obra do poeta Augusto de Campos. É membro do grupo de pesquisa Escritura: Linguagem e Pensamento, da UnB. Tem textos publicados nos livros Cada vez o impossível: Derrida (2015), Pensamento Intruso: Jean-Luc Nancy & Jacques Derrida (2014) e Alegorias da Poesia (2014), incluindo traduções do francês. Guillermo Daghero (Córdoba, Argentina). Publicou La construcción (1996), Bueno días a todos menos a uno (1998), La eme (2000), h de hombre de silla com natalia blanch (2002), 9 pág-homenaje a haroldo de campos (2003) e Aguacero (2007) com María Teresa Andruetto. Participou da rede de arte correo y mail-art, e realizou diversas curadorias relacionadas a textos e visualidades. Desde 1991 trabalha e investiga a função da arte na institução psiquiátrica. Lucio Agra é poeta, artista e performer. Professor adjunto da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, é autor de Monstrutivismo – Reta e Curva das Vanguardas (Perspectiva, 2010). Tadeu Jungle (1956, São Paulo) é poeta visual, videomaker, fotógrafo, diretor de cinema e tv, artista multimídia e roteirista de realidade virtual. Publicou Videofotopoesia (Fase10, 2016). Walter Silveira (1955, São Paulo) é videoartista, poeta visual, artista gráfico e profissional de televisão. Formado em Rádio e TV pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, realiza projetos autorais e experimentais em torno do suporte eletrônico desde 1977. João Bandeira (1960, Rio de Janeiro) é poeta, músico, curador e pesquisador. Publicou: Princípio de poesia (1991), Dial (1995), Rente (1997), Quem Quando Queira (2015). Julio Mendonça é poeta, doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e coordenador do Centro de Referência Haroldo de Campos (Casa das Rosas). Organizou a antologia Poesia (Im)Popular Brasileira (2012). |
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